Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

25.2.08

weeeeeeee



Meu sonho de consumo chama-se Wii. Na verdade, não é muito caro, mas aqui o preço é exageradamente exorbitante. Conversando com minha querida amiga Camila, descobri que ela havia comprado um em Nova York. Rapidamente convidei-me para ir a sua casa e fazer uma disputa. No começo é meio estranho, mas depois pega-se o jeito. Com a pouca experiência que tenho, fui praticamente um Agassi no Wii Sports. Tá, nem tanto, fui vencido (por muito pouco, que fique claro)! Mas tive minha revanche no boliche.

Os nerds do mundo inteiro reclamam que precisam fazer muito esforço e suam muito para jogar. Realmente, quem joga Wii não precisa de academia, mas já estava na hora desse povo levantar da cadeira e remexer as cadeiras. Os olhos agradecem. Para quem parou no Nintendo 64, Wii é viciante e revolucionário! Os gráficos não são grande coisa, mas essa não era a intenção da Nintendo. O que eles queriam era maior interatividade e um console que permitisse a qualquer um jogar, e conseguiram. Mix the bourgeoisie and the rebels, o nome é genial.

Por favor, quem for aos States, me traga um Wii para que depois eu vá pra wiihab.

23.1.08

to-bo and the real girl



Recorro ao imbecil discurso do senador Gilvam Borges (PMDB – AP) em defesa de seu amigo Renan Calheiros para abrir este post: “Nós, homens, desde Adão e Eva estamos sujeitos à sedução das mulheres”. Coitados dos pobres homens, vítimas do pecado chamado mulher! Escolhi as aspas acima porque, embora a considere ridícula, sintetiza a linha de pensamento de alguns homens japoneses. O fato é que eles estão demorando a entender a emancipação feminina e passaram a vê-las como um mal. Sabendo disso, empresas de entretenimento adulto encontraram nessa gente seu público alvo. A Orient Doll fabrica bonecas de silicone para fins sexuais ou simplesmente afetivos. No vídeo, o engenheiro identificado como Ta-Bo diz que mulheres enganam e traem, mas as bonecas não fazem isso (ainda bem, só se for o Chuck). Ele já gastou uma fortuna com elas e TEM (atenção para o sentido possessivo) 100 sex dolls. Medo, muito medo!

O preço das bonecas varia entre mil e 6 mil dólares, fora os apetrechos como acessórios, guarda-roupa e maquiagem. Todas têm feições infantis, já que a sociedade japonesa incentiva o comportamento infantilizado e submisso da mulher. Nada mais irritante que aquelas mulheres com voz e trejeitos de uma criança de cinco anos. Como diz minha irmã, dá vontade de dar um soco. Estranho, muito estranho!




Os idosos também são público-alvo dos fabricantes de bonecos. Os velhinhos japoneses buscam companhia nos interativos bonequinhos Yumel, equipados com sensores e com mais de 1000 frases na memória, eles conseguem fazer combinações e conversar. Os Yumels podem ser programados de acordo com a rotina de seu dono, como lembrar a hora do remédio etc. A Grow lançou esses bonecos no Brasil com o preço médio de 170 reais.




O relacionamento afetivo com bonecos é só uma conseqüência da estranha e silenciosa sociedade japonesa, que como um adolescente rebelde, entra em casa e se tranca no quarto para evitar o contato com os outros. Nessa história toda de dolls, eu prefiro a Bianca do Lars, pelo menos a história é bonitinha. Kkkkkkkk!